domingo, 29 de novembro de 2009

Falta

A falta do teu sexo
o cheiro do teu sexo
o gosto de teu sexo
me deixa assim
sem nexo...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bel Prazer


Quero teu Membro
quero tudo
te quero dentro
te quero mudo.

Quero me abrir,
quero molhar
te quero lento
a me encharcar.

Quero gozar,
quero lamber,
e me dar
sempre ao seu Bel Prazer.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Alone


E com minhas mãos, percorri meu sexo,

quente, molhado, intensamente enquanto lia você...

Êxtase... Suspiro...

Escorria em mim a vontade de ter você forte, denso, dentro...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Teu Fruto


Chupo
teu fruto
na moita
que o vento
açoita
com boca
afoita
que grita
como louca
que goza
como vento
e geme
como mulher

Carlos Seabra

terça-feira, 16 de junho de 2009

Poço dos Desejos

A boca sedenta entre as suas pernas abertas.
Deslizo minha língua na sua gruta e sorvo seu gosto que encharca e te deixa entregue.

Seu cheiro me embriaga e me perco em seu
pino mágico que aflora no toque cheio de tesão.

Aliso suas coxas e meus dedos se perdem nas suas entranhas.
O ir e vir excita e seus gemidos se alteram na ânsia do prazer
excitante e louco.

Suas contrações denunciam o seu êxtase e as suas
mãos forçam meu rosto de encontro a sua fenda para
beber o seu gozo.

Chupo e me sacio com os seus orgasmos múltiplos em minha boca
até sentir seu corpo repousar em meus
ombros e sentir a sua respiração se acalmar com meus carinhos e afagos.

Olhares cúmplices no ato devasso da volúpia insana
tão vivida intensamente.

Carona Despretensiosa...

Uma noite fria... Um carinha que acabei de conhecer, completamente diferente do que tenho experimentado por aí. Arrumadinho, cabelinho certinho... Ele se oferece para me deixar em casa, após breves mas profundos olhares que rolaram durante a festinha no apartamento de um amigo.

Aceito com vontade a carona. Ele diz que nunca fez tanto frio naqueles tempos, e como ímpeto, pego sua mão no volante do carro... Está gelada, mas a partir daí nossas mãos não mais se desgrudaram.

Conversávamos sobre várias coisas, não paramos de falar, como se algo mais forte nos permitissem ser como velhos e íntimos conhecidos.

Nossas mãos suavam... Ao chegar na porta de casa, não resistimos, os beijos foram acontecendo de forma quente e louca. Sua voz começava a me tirar do sério quando falava pornografias ao meu ouvido. Em pouco tempo sua mão estava na minha bucetinha, melada, molhada de desejo e tesão... Eu sentia seu sexo duro, intacto dentro da calça, tirei e passei a acariciá-lo da maneira mais intensa possível... Eu estava louca! Com o vidro do carro todo embaçado, me liberei, fiquei nua em pêlo ali, fomos para o banco de trás cheios de tesão...

Queria sentir o gosto daquele homem, peguei seu pau, coloquei na minha boca e passei a chupá-lo, devagarzinho, lambia a cabeça, colocava tudo na boca rapidamente, depois voltava devagar... Enlouquecido ele dizia horrores maravilhosos pra mim...

Tonta de desejo, fui pra cima dele, e passei a cavalgá-lo com tamanha intensidade, que não conseguia mais parar, meu sexo escorria naquele homem, naquele pau gostoso... Gozamos ali, como dois animais enfurecidos de tesão e Prazer...

Ficamos ali um cima do outro paralisados... Nos trocamos com carinho, nos despedimos com a certeza de um pouco mais...

E foi com aquele carinha que tinha acabado de conhecer, diferente de tudo, que senti um dos maiores prazeres de minha vida!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Definições

Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.

Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não carecesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.

Tradicionalmente, os filósofos viram o Bem como o objeto do desejo. Atualmente isso é questionado.

O desejo não é sempre ou talvez nem mesmo freqüentemente do Bem ou do Racional, como os filósofos têm freqüentemente compreendido essas noções."
Richard Moran